O Lago do Manso entrou em operação em 2001 com o represamento dos rios Manso e da Casca. Com isso se formou um lago artificial de 470 km2 que impulsiona as turbinas de geração de energia elétrica de usina e perfeito para banho e a prática de esportes náuticos.
Pequena, aconchegante e conhecida como cidade do pastel, Jangada, a 100 km de Cuiabá, tem atraído a atenção de visitantes de várias partes do Brasil que, geralmente, estão em trânsito para o Norte de Mato Grosso. É uma opção para aqueles que gostam de experimentar sabores, cheiros e sensações diferentes.
Localizado a 35 km de Cuiabá e com uma população estimada em pouco mais de 16 mil habitantes, Santo Antônio do Leverger tem valor imensurável quando se trata da formação cultural, econômica, social e política de Mato Grosso.
Estive com a minha Royal Enfield Classic 500 acompanhado do meu irmão pantaneiro Célio Dias e sua esposa Priscila no Rio Mutum no Distrito de Mimoso! Um passeio de 234 km (ida e volta) pelo Pantanal Matogrossense, por uma paisagem deslumbrande e de tirar o fôlego do espectador. Um lugar lindo pra se passar um dia quente! Inesquecível e que precisa ser preservado!
O Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, foi um militar, naturalista, indigenista, “Patrono das Comunicações”, responsável por demarcar os limites internacionais das fronteiras a Oeste, importante na implantação de uma política nacional indigenista além de ter sido o idealizador do que hoje é o “Parque Nacional do Xingu”. Nascido em Mimoso, Distrito do Município de Santo Antônio de Leverger/MT, quase no limite com Barão de Melgaço/MT, em meio ao Pantanal Matogrossense em 1865.
Construído em sua homenagem, no Distrito de Mimoso (123 km de Cuiabá), em Santo Antônio de Leverger (32 km de Cuiabá), o espaço abriga a exposição Paisagens de Rondon, projeto do fotógrafo Mario Friedlander. Idealizado em 2005 pelos arquitetos José Afonso Portocarrero e Paulo Molina, este Memorial que hoje encontra-se abandonado em plena planície inundável do pantanal, dentro da Baía de Chacororé. A estrutura foi construída sobre uma palafita (usada para edificações em meio a alagados) com telhado com brises 100% de metal que remetem à ideia de ocas indígenas.
Friedlander percorreu mais de 25 mil km entre Rondônia, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, viajando de carro, barco, avião e a pé, para recriar em fotografias alguns dos lugares por onde Rondon passou. Nesta mostra, além de imagens de sua autoria, revela ainda um importante arcabouço de registros iconográficos deixados pelo marechal na passagem por estes mesmos lugares.
Vários aspectos são enfocados por Mario Friedlander, que se ampara em uma importante pesquisa documental realizada por uma equipe multidisciplinar, sob orientação do historiador João Antônio Lucídio. Toda a releitura das ações de Rondon é baseada em fotos e relatórios sob a guarda pelo Museu do Índio (RJ), do importante acervo do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso (IHGMT), além de contar com acervos privados.
Veja a entrevista que fiz com três adoráveis senhoras de Mimoso (6m31s):